2 Reis 5
Para entender a razão correta das coisas.
Vou resumir o que chamo de principio profético da oferta e da benção.
Nesse capítulo, Naamã está enfermo de lepra, procura o homem de Deus para que esse interceda por ele e seja curado por Deus. Após receber a sua benção, volta ao profeta e diz o seguinte:

“Eis que agora sei que em toda a terra não há Deus senão em Israel; agora, pois, peço-te que do teu servo recebas um presente.” (v.15)

Ele oferece uma oferta em gratidão pela graça alcançada. Mas o homem de Deus respondeu a ele:

“Vive o Senhor, em cuja presença estou, que não o receberei. Naamã instou com ele para que o tomasse; mas ele recusou.” (v. 16)

Vejamos a lógica do evento:
•    Naamã vai até o profeta e pede a benção
•    Naamã recebe a benção
•    Naamã oferece uma oferta ao profeta
•    O homem de Deus recusa.
Vamos comparar aos nossos dias:
Você procura um suposto profeta, ou apóstolo (daqueles que fazem mais milagres em uma noite que Jesus em toda a sua vida)
•    Você dá a oferta
•    Fica esperando a benção
•    Se ela não vier é falta de fé sua
•    A oferta nunca será recusada ou devolvida
No final da história bíblica, temos o seguinte desfecho:

“Disse Naamã: Sê servido de tomar dois talentos. E instou com ele, e amarrou dois talentos de prata em dois sacos, com duas mudas de roupa, e pô-los sobre dois dos seus moços, os quais os levaram adiante de Geazi.” (v. 23)

Quem foi atrás da oferta foi Geazi. Vejamos o que lhe aconteceu:

“Eliseu porém, lhe disse: Porventura não foi contigo o meu coração, quando aquele homem voltou do seu carro ao teu encontro? Era isto ocasião para receberes prata e roupa, olivais e vinhas, ovelhas e bois, servos e servas?  Portanto a lepra de Naamã se pegará a ti e à tua descendência para sempre. Então Geazi saiu da presença dele leproso, branco como a neve.” (v. 26 e 27)

Espero sinceramente que o Deus de Eliseu não tenha por inocente aqueles que tem cobrado indulgências, prometendo milagres e enganando as ovelhas de Deus.
Oro para que esses falsos profetas olhem para o princípio profético da oferta e da benção e se convertam.

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