Imagina que você é uma mulher casada e trabalha o dia inteiro. Seu marido não trabalha, mas administra todo seu dinheiro. Você ama seu marido e vive bem com ele, até que…

Você descobre que seu marido trai você e gasta boa parte do dinheiro que você ganha com a mulherada na rua, com farra, bebida e muitas outras coisas.

Sua primeira reação, natural, seria pensar em deixar o marido. Mas aí você pensa assim “bem ou mal, é ele quem administra o meu dinheiro e não tenho falta de nada em casa. Na verdade, acho até que minha vida melhorou um pouco depois que casei com ele”.

Conversando com ele, para acertar as coisas, ele diz que vai mudar (o que você duvida). Mas ele ainda ameaça você “Se me deixar, vai ficar pior do que estava antes”.

Mesmo sabendo que a vida poderia ser melhor e que seu dinheiro não precisaria financiar essa porneia toda, você resolve continuar com esse marido. Vai que piora mesmo, né?

Explicação da parábola.

A mulher é a nação, o marido é o governo federal. Ele diz que te dá riquezas e que te tirou da miséria, mas é você quem trabalha e coloca dinheiro “na mesa do governo”. Fazer o bem, não é desculpa para encobrir todo o mal que faz.

Votar de novo no atual governo é continuar financiando toda essa bagunça e deixar que quem usurpa o que é seu se aproveite do seu futuro.

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