Depois de ver o sinal miraculoso que Jesus tinha realizado, o povo começou a dizer: “Sem dúvida este é o Profeta que devia vir ao mundo”.Sabendo Jesus que pretendiam proclamá-lo rei à força, retirou-se novamente sozinho para o monte. (João 6: 14 e 15)

Não é para espantar ninguém que Jesus tenha atraído para si tamanha multidão, imagine num homem que é capaz, num passe de mágica, curar todas as doenças, aliviar toda a dor da alma e ainda alimentar uma multidão sem que essa precise trabalhar. É o rei que precisamos!

Não se espante que hoje, pessoas prometendo fazer em uma noite mais milagres do que Jesus fez em toda a sua vida, tragam para si grande multidão. Espante-se com o que eu vou dizer agora: Jesus não está nem um pouco preocupado com a opinião da multidão.

Ao ouvirem isso, muitos dos seus discípulos disseram: “Dura é essa palavra. Quem pode suportá-la?” (João 6:60)

Não se espante ao continuar lendo o capítulo e perceber que a multidão que não recebe continuamente o afago messiânico não será tão amigo assim do salvador. A palavra confrontadora não atrai a multidão. É por isso que o resultado foi esse:

Daquela hora em diante, muitos dos seus discípulos voltaram atrás e deixaram de segui-lo. (João 6:66)

Vejo alguns pastores que começam a procurar entretenimento, prodígios, maravilhas e sinais para poder segurar a multidão após si; pessoas que quase vendem a alma para se manter no “topo”. Pessoas que ainda não entenderam que Jesus está preocupado com a pregação da palavra genuína, não com a multidão.

Ter milhões de membros em uma igreja local não é necessariamente o sinal de estar com Deus.

Ter milhões de membros em uma igreja local não é necessariamente o sinal de estar com Deus. Não rejeito em hipótese alguma que grandes igrejas pregam a genuína palavra de Deus, mas não aceito que isso seja o sinal de Deus. Algumas vezes, a grande multidão é na verdade o sinal da mentira e do engano.

Deus não chamou o pregador para a multidões, Deus chamou o pregador para a fidelidade.

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